Quando assistimos a um concerto e vemos o maestro e todos aqueles brilhantes músicos, nem imaginamos todas as pessoas que trabalharam para que a execução da música fosse a melhor possível.
Aonde ninguém vê
Nos concertos em Londres, os homens que sobem o piano até o palco e colocam as estantes recebem sempre um estrondoso aplauso. É provavelmente o único aplauso que recebem, mas plenamente justificado, pois esses homens trabalham aonde “ninguém vê”. Sem eles as estrelas do concerto, o regente, o pianista, e mesmo os primeiros violinos ou o segundo trombone, por exemplo, se sentiriam perdidos. Eles realçam o fato que a música é uma atividade no qual um vasto número de pessoas se entre ajuda, cada um com sua tarefa. O compositor, o musico, o regente da orquestra, o editor, cada um ajuda a erguer uma estrutura em equilíbrio, na qual nenhuma das partes será cabalmente de funcionar sem que outras igualmente o façam.
A organização de um concerto
Antes da finalização a sinfonia, abertura ou um concerto, há um enorme trabalho de organização a ser feito. Os concertos são planejados com meses de antecedência. Na verdade, de um ano. No gabinete do diretor o programa completo para o ano seguinte, com a indicação das obras e solistas que serão apresentados em determinada noite, e, ainda, no mínimo, um esboço para o ano seguinte. Tudo isso se aplica, com mais propriedade ainda, aos teatros de ópera, nos quais a organização é bastante complexa, envolvendo os principais solistas para cada ópera, orquestra coro e ainda um pequeno “exercito” de pessoas de palco e outros especialistas.
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